Blog do thomaz junior  


Sobre Ronnie Cord...

(POSTADO NO BLOG WE LOVE ROCK N ROLL JOVEM GUARDA)



Jovem Guarda foi um movimento surgido na segunda metade da década de 60, que mesclava música, comportamento e moda.

Surgiu com um programa televisivo brasileiro exibido pela Rede Record, a partir de 1965.

Ao contrário de muitos movimentos que surgiram na mesma época, a Jovem Guarda não possuía cunho político.

Os integrantes do movimento foram influenciados pelo Rock and Roll da década de 50 e 60 e pela precursora do rock no país, Celly Campello.

Com isso, faziam uma variação nacional do rock, batizada no país de "Iê-Iê-Iê"(expressão surgida em 1964, quando os Beatles lançaram

o filme "A Hard Day's Night", batizado no Brasil de "Os Reis do Iê-Iê-Iê"), com letras românticas e descontraídas, voltada para o público jovem.

A maioria de seus participantes teve como inspiração o rock da década de 60, comandado por bandas como Beatles e Rolling Stones.


Ronnie Cord, nascido Ronald Cordovil
(Manhuaçu, 22 de janeiro de 1943 — São Paulo, 6 de janeiro de 1986) 
foi um cantor brasileiro. Filho do maestro e compositor Hervé Cordovil, aos seis anos já tocava violão.
Em 1959 fez um teste na Copacabana Discos, no Rio de Janeiro e, no ano seguinte, 
realizou sua primeira gravação, lançada em LP que reunia vários outros cantores.
Seu maior sucesso foi a canção Rua Augusta, com letra de Hervé Cordovil, lançada pela RCA Victor em 1963.
Em 1965 fez muito sucesso com a versão Biquini de Bolinha Amarelinha 
(seu sucesso de 1960 em versão de Hervé Cordovil), gravada na RCA Victor.
Faleceu em 1986 com apenas 42 anos de idade, deixando três filhos.


Escrito por thomaz Júnior às 13h55 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





A vida ensina, o tempo traz o tom... (A estrada - Cidade Negra)

Equilíbrio: Impaciência já


Fonte: Folha de S. Paulo
Notícia publicada em: 01/04/2010
Autor: Iara Biderman


Qualquer coisa e tudo desafiam a paciência: a página da internet, carregando há eternos 60 segundos; o trânsito; as pessoas que andam, falam ou pensam devagar.
Essa pressa "normal" está flertando com a intolerância, observa o sociólogo Dario Caldas: "A cultura digital e a vida urbana nos trouxeram esse imediatismo. Tudo tem que ser resolvido de forma instantânea. A margem de tolerância é inversamente proporcional à eficiência tecnológica", diz. "Ainda não ponho a cabeça para fora do carro, mas reclamo sozinho, como um louco. Não tenho mais paciência com as pessoas que cometem erros o tempo todo. Se levado às últimas consequências, isso pode virar intolerância", preocupa-se Caldas, que é diretor da agência de pesquisas de tendências Observatório de Sinais.

Muita gente se identifica com essa impaciência generalizada. "Acompanhar a rapidez das mudanças é um desgaste mental e emocional imenso. Não temos mais recursos emocionais para entender as diferenças", diz o psiquiatra Elko Perissinotti, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. "Ter pavio curto é perceber suas impotências e não suportar a frustração de ser assim e viver num mundo assim", resume Perissinotti.

Pior, a falta de paciência pode virar uma doença. A fase patológica do pavio curto pode ser detonada pela repetição de reações de impaciência. Essa repetição "programa" os circuitos cerebrais para reagirem automaticamente sempre da mesma forma: com grosseria, agressividade.

Em alguns casos, as origens do problema são fisiológicas. As mais comuns são as disfunções hormonais, ligadas ao funcionamento da glândula tireoide ou das suprarrenais. A ação desequilibrada dos hormônios faz com que a pessoa não tenha controle de suas reações, por mais que queira.

Há pouco mais de dois anos, o produtor cultural Marcos Soares de Azevedo, 48, estava com um grau de irritação que fazia de um simples trajeto de carro algo perigoso. "Todo dia eu xingava alguém no trânsito."

No começo, acreditou que não passava de uma impaciência dentro dos padrões gerais. "Se você não é de outro planeta, sempre vai se irritar com uma coisa ou outra", avalia.
Mas, mesmo neste planeta e no trânsito caótico de São Paulo, a impaciência de Marcos estava alguns tons acima. A mulher e os amigos começaram a comentar.

A ficha só caiu quando ele foi procurar um médico e recebeu o diagnóstico de hipertireoidismo. O desequilíbrio no funcionamento da glândula tireoide aumenta a produção de hormônios que aceleram vários processos metabólicos, como digestão, batimentos cardíacos ou sudorese.

A irritabilidade descontrolada também é um sintoma típico. "Com hipertireoidismo, até um zen budista vira pitt bull", aprendeu Marcos. A medicação para reduzir a produção de hormônios tireoidianos fez efeito. "Não dou chineladas nos meus cachorros há mais de um ano."

De vez em quando, a coisa volta. "Às vezes, quando estou com muito trabalho, esqueço de tomar os remédios. Na hora não percebo, mas depois descubro como afeta o meu humor. Não tenho paciência para ouvir opiniões diferentes da minha. Há um mês, briguei com um amigo em minha casa, coisa que nunca tinha feito", conta, dizendo-se arrependido a tempo de retomar a medicação e tentar consertar o estrago.

Se para Marcos a mudança no seu grau de tolerância foi gradativa, para a estudante Vittória Salzano, 17, o pavio curto é já um traço de personalidade. "Não gosto de ficar esperando os outros, não gosto de deixar os outros esperando. Se vou encontrar alguém e aparece algum imprevisto no caminho, já me irrito. Gente fazendo sempre a mesma pergunta para o professor na aula também é um saco", diz Vittória, que está no terceiro ano do ensino médio. 

A falta de paciência com situações repetitivas ou qualquer coisa fora do script acompanha a estudante desde a infância. "Eu sei que sou assim e todo mundo fala isso de mim também. Faço terapia e esse assunto costuma aparecer", afirma Vittória.

A psicoterapia tem técnicas para lidar com isso. O psiquiatra Elko Perissinotti, do Hospital das Clínicas, usa o psicodrama, técnica em que as pessoas experimentam diferentes papéis em uma dada situação, como uma briga no trânsito, em um ambiente protegido, com supervisão de um profissional. "[No psicodrama] são treinadas as habilidades para lidar com o impulso. Isso inclui a capacidade de aguentar frustração e de se colocar no lugar do outro, que, em outras palavras, podemos chamar de compaixão e altruísmo."

Essa falta de interesse das pessoas em ouvir os outros -seja o parceiro, o filho ou alguém de mais idade- tem aparecido muito nos consultórios, segundo a terapeuta de famílias e casais Magdalena Ramos.

As cobranças do mundo do trabalho e as dificuldades do cotidiano estão invadindo a vida íntima, as pessoas estão exigentes demais com seus familiares. "Você tem paciência quando tem tempo, quando pode refletir sobre as coisas e estar disponível para a família. A situação, hoje, é o contrário disso. Ninguém tem tempo, ninguém está disponível. As pessoas não gostam de estar assim, mas acabam ficando", afirma Magdalena Ramos.

Assim, os conflitos familiares acabam aumentando, e as crianças se sentem pouco atendidas pelos pais. "As crianças acabam maltratadas mesmo, no sentido cru da expressão. Os pais tentam encobrir isso enchendo os filhos de atividades. Mas não é disso que eles precisam", afirma a terapeuta.

Para a terapeuta familiar Sandra Fedullo Colombo, os filhos estão sendo "atropelados" pela impaciência dos pais. "Atropelamos as crianças e ainda esperamos resultados", diz. Ela afirma que esse processo pode levar ao desenvolvimento de distúrbios de atenção. "Muito disso vem da falta de disponibilidade da família."

Para Colombo, os pais estão ensinando as crianças a não parar para refletir sobre seus sentimentos e sobre o que acontece, o que leva a comportamentos agressivos. "A impaciência está ligada à falta de respeito ao que frustra e ao que é diferente. Não suportamos a diferença de ritmo, de valores, de percepção da realidade. Queremos que o outro pense como a gente", conclui a terapeuta.

Se uma das soluções é parar para refletir, a terapia cognitivo-comportamental tem um instrumento na medida para domar a impaciência. "A forma mais simples de fazer isso é, ao passar por esse tipo de situação, realizar um pouco de respiração abdominal, para relaxar, e analisar o problema: o que levou à perda do controle, quais seriam as alternativas de comportamentos e como reagir de forma diferente em uma próxima vez", diz José Roberto Leite, coordenador da Unidade de Medicina Comportamental da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

A chamada respiração abdominal ou diafragmática é, para Leite, uma das técnicas mais rápidas e fáceis para controlar os impulsos, diminuir a ansiedade e manter a paciência. Ela consiste em, na inspiração, projetar o abdômen para fora, fazendo o diafragma se contrair e movimentar as costelas para os lados, expandindo a caixa torácica. Esse movimento desacelera os batimentos cardíacos, baixa a pressão e emite ao cérebro sinais de que não há perigo nenhum a enfrentar. Portanto, pode relaxar.

"Fazer de três a quatro minutos dessa respiração por dia já é suficiente [para obter os efeitos]", afirma Leite. O terapeuta também recomenda a prática regular da meditação. Nesse caso, os resultados só podem ser sentidos após um tempo de experiência, segundo ele. "A meditação diária transforma o metabolismo, leva o organismo a um estado em que o limiar de disparo das reações metabólicas ao estresse aumenta bastante. Portanto, fica muito mais fácil manter a calma por mais tempo", diz.


(Reproduzido do Portal ABCFarma link: 

http://www.abcfarma.org.br/Noticias/IndexInterna.asp?Textos_ID=12407)


Escrito por thomaz Júnior às 13h04 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Administração Científica - Taylor

Encontrei este vídeo disponível no YouTube.

É esclarecedor sobre a Administração Científica instituida por Friederich Taylor.

 


Escrito por thomaz Júnior às 16h46 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]



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