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Escrito por thomaz Júnior às 09h27 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Alcino Salazar - Personalidades de Manhuaçu

Em pesquisa recente em edições antigas do Jornal Tribuna do Leste, encontrei reportagem publicada no ano 2000, registrando o falecimento de Dr. Alcino Salazar. Confira:


Escrito por thomaz Júnior às 11h55 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Investir em comunicação em tempos de crise faz parte do caminho para a sustentabilidade

 

 

Por Luiz Santiago*

 

Muito tem se falado na redução de investimentos e no corte de custos diante da atual crise financeira global. Embora sejam ações próximas, é preciso entender suas diferenças e avaliar seus impactos com bastante cautela. Cortar custos deve ser interpretado apenas como o estímulo constante para o consumo consciente a fim de que não haja desperdícios. Já a redução de investimentos representa o “repensar” em algo antes muito necessário e que, agora, ainda precisa ser feito, porém com o dobro de resultados positivos.

É certo que, nos diversos setores da economia, as empresas tendem a se adaptar, gradualmente, aos impactos da crise, como já vem ocorrendo. Por outro lado, encontrar o equilíbrio exato do que deve ser reduzido ou cortado, sem exageros, tornou-se a grande discussão.

Antes de tudo, é preciso lembrar que as decisões sobre reduções de investimentos ou cortes orçamentários esbarram inevitavelmente em pontos cruciais. Um deles é o compromisso socioambiental declarado pelas empresas à sociedade. Afinal, políticas e iniciativas econômicas se pautaram historicamente pela larga utilização de recursos naturais visando o aumento da produção e, por conseqüência, a elevação do consumo e do lucro.

Neste novo cenário provocado pela crise, é imprescindível que as empresas focalizem as suas atividades para o desenvolvimento sustentável, que representa o meio para se alcançar a sustentabilidade, o fim do processo. Como dizem alguns especialistas, dentre os mais otimistas, um dia a crise vai terminar e o crescimento econômico será retomado. Confio nisso. Sendo realista, somente acrescento que teremos, até lá, um período bastante crítico com altos e baixos.

Se a empresa, hoje, tem uma real visão de futuro e mantém seu compromisso com a sociedade e com o meio ambiente, significa que está preocupada com o desenvolvimento sustentável. O caminho para a sustentabilidade passará pelos tais altos e baixos. Atitudes socialmente responsáveis, como sabemos, permeiam o pensamento de toda a organização e contemplam o relacionamento entre os diferentes níveis hierárquicos internos. Nesse contexto, as mesmas atitudes estão presentes no relacionamento com clientes, acionistas, fornecedores, governo e imprensa, além de outros stakeholders.

É nesse aspecto que a comunicação confirma a sua importância. Neste momento de crise financeira, uma atitude socialmente responsável é manter atualizado o diálogo com todos os públicos de relacionamento anteriormente citados. Seria questionável, assim, a redução do investimento em ações de comunicação – interna ou externa – justamente agora quando todos esses públicos mais necessitam de informações confiáveis das empresas.

As atividades que tornam as organizações competitivas em seu mercado são decorrentes da força produtiva e colaborativa das pessoas. A comunicação integra equipes e processos e percorre, portanto, todo o desenvolvimento que abre o caminho para levar as organizações à sustentabilidade. E, neste momento de crise, é fundamental que as empresas que prezam por uma conduta honesta, ética e aderente aos compromissos firmados com sua responsabilidade socioambiental e o seu desenvolvimento sustentável, mantenham esse diálogo aberto e constante com toda a sociedade.

É evidente que o investimento em comunicação, suas aplicações e impactos, tem um sentido bem mais amplo. Com a ausência de propaganda, por exemplo, aqui compreendida apenas como o esforço de comunicação das campanhas publicitárias, a própria sociedade poderia subentender que uma empresa, antes presente na mídia como anunciante, vem sucumbindo diante da crise. É por isso que, mesmo reduzindo seu investimento em publicidade, essa empresa deve ter claro em seu planejamento estratégico em quais canais continuará a manter a comunicação com seu público.

Reduzir o investimento em publicidade, sem saber aonde se pretende chegar, é um risco considerável à imagem da empresa e à marca. Se o objetivo é apenas cortar custos, fatalmente essa empresa estará também cortando um relacionamento que levou anos para ser construído. Diante disso, a crise pede, mais que nunca, por inovação. A empresa deve inovar em seus serviços e produtos ou mesmo em processos e relacionamentos. Investimentos em pesquisas também serão bem-vindos para apoiar o trabalho das equipes que inovam. Capacitar equipes será um diferencial para as empresas socialmente responsáveis que desejam continuar a trilhar o caminho da sustentabilidade.

Nada disto ocorrerá sem uma comunicação clara, focalizada nos mais diferentes públicos de relacionamento das empresas, alinhada a um planejamento adequado e orientado para o futuro. E o mais importante de tudo: com a valorização de todas as pessoas envolvidas neste processo.

* Luiz Santiago, administrador e jornalista, é especialista em Comunicação com o Mercado (ESPM) e em Administração de Marketing (Universidade S. Judas). É executivo de Marketing e Comunicação da Fundação Vanzolini

(fonte:http://www.mundodomarketing.com.br/3,6799,investir-em-comunicacao-em-tempos-de-crise-faz-parte-do-caminho-para-a-sustentabilidade.htm)



Escrito por thomaz Júnior às 09h25 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Aniversário do Padre Júlio Pessoa Franco

(Fotos Carlos Henrique Cruz)

A Santa Missa em Ação de Graças pelo aniversário de Padre Júlio Pessoa Franco foi marcada por

homenagens e a presença de colaboradores da Fundação Expansão Cultural, Academia Manhuaçuense de Letras e

familiares do Religioso, no último sábado, 11 de Setembro.

Com a presença do Bispo Dom Hélio Gonçalves Heleno, Padres Luiz Carlos e Bráz,

a celebração realizada na Igreja Matriz de São Lourenço teve início às 19:30h.

 


Escrito por thomaz Júnior às 10h12 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Venda experiência em vez de produtos

 

Por Jorge Nahas*

O sistema econômico ao longo do tempo se adapta e se transforma em novos e melhores ciclos, destruindo o modelo velho e criando um novo, promovendo longos períodos de prosperidade, recompensas para novos produtos, novos métodos produtivos ou novos sistemas organizacionais. A dinâmica capitalista promove um permanente estado de inovação, mudança, substituição de produtos e criação de novos hábitos de consumo.

Em 1942, Joseph Schumpeter observou que era da natureza do capitalismo fazer progresso por meio de "destruição criativa". Ocorreu muita destruição no setor financeiro ao longo do último ano: dos preços dos ativos, de bancos e da confiança. Ainda não é amplamente reconhecido que isto faz parte de um processo criativo, mas há um bom motivo para pensar que é. Os preços dos ativos estavam sobrevalorizados, os bancos mal administrados e a confiança eram, na verdade, complacência disfarçada. O momento era propício para uma mutação Schumpeteriana.

Neste sentido, ínsito em afirmar que estamos iniciando um novo e melhor ciclo econômico, com novos valores, culturas e objetivos, onde as marcas e empresas irão ter vida, os clientes e consumidores serão fans da marca, os produtos são customizados em massa, as pessoas serão inspiradas, motivadas e reconhecidas e conseqüentemente terão uma vida mais emocionante, saudável e feliz.

De acordo com nossa ampla pesquisa, onde elaboramos junto à professores, economistas, historiadores, empresários e psicólogos concluímosque o ser humano mais aspira é tornar-se humano e assim origina-se a Economia de experiências.

Sejam Bem Vindos a Economia de Experiências 
Após sucessivos ciclos econômicos associados à geração de valor agregado a produtos e serviços, o mercado global inicia uma nova era onde a educação, entretenimento, estética e a interação se fundem para formar novos elementos de competitividade através da geração de valor gerado pelo Marketing de Experiências. Esta cultura vem assumindo um papel relevante em diversos países, como os Estados Unidos, Inglaterra e demais países da Europa. E não é diferente no Brasil. As experiências são marcantes e trazem uma lembrança mais duradoura de sua empresa ou de sua marca!

O Experience Marketing visa a surpresa. E, para surpreender, busca alcançar primeiramente os sentidos, via conexão emocional. Ele permite ao cliente vivenciar a sensação que o produto pode provocar. Ver, tocar e ouvir são sensações que dão sentido para tudo na vida, todos querem sair do comum, querem se emocionar. O cliente quer ser surpreendido, seduzido e apostar em aventuras da realidade, quer viver experiências conjuntas que aprofundam vínculos e atualizam conteúdos de vida. O sentido de exclusividade é um dos princípios básicos das ações do Marketing de Experiências. Quer que seu cliente se sinta realmente especial, tratado com exclusividade?

Preparar uma aventura da realidade é garantir espaço definitivo no coração do seu público, o comum ou previsível não encanta mais ninguém. Oferecer experiências inéditas, realizadas sob medida, com o patrocínio da sua empresa ou marca se tornará inesquecível.

A história econômica pode ser dividida em quatro grandes estádios de desenvolvimento: o agrário, o industrial, o de serviços e o de experiências. Para ilustrar esta evolução, veja o exemplo de um simples bolo de aniversário que esta sendo bem usado por grandes autores para esta metáfora.

Na economia agrária eram as mães que faziam os bolos, misturando várias matérias-primas, farinha, açúcar, manteiga e o que quer que fosse a mais, pelas quais pagavam uma pequena quantia, provavelmente menos de 10 reais. Mas, os tempos mudaram e as mães, absorvidas pela economia industrial e atarefadas, passaram a comprar nos supermercados e mercearias as embalagens de ingredientes pré-misturados que somados podem alcançar perto de 20 reais. E tudo estava ficando mais fácil. Ainda assim, era necessário tempo. 

O tempo mudou, a economia passou a absorver a pessoa ainda mais e surgiram os serviços. Entramos na economia de serviços, na qual os atarefados pais preferem comprar os bolos de aniversário nas confeitarias, pagando um preço muito superior. O cenário evoluiu, o tempo é escasso e hoje se contrata empresas para organizar as festas, os famosos Buffet. Por falar nisso, ainda hoje, eu mesmo participei de uma festa de aniversário organizada por uma destas empresas de "festa de aniversário." O ambiente maravilhoso, tudo devidamente decorado, ótimo atendimento, alta gastronomia, um espetáculo. O bolo de aniversário acabou sendo oferecido gratuitamente. Bem-vindos à economia das experiências! 

Aí está a palavra mágica: um Espetáculo!!! Acabamos de identificar que existe a Economia das Experiências! É uma economia na qual o que conta é a emoção, exclusividade, despertar os sentimentos, ser surpreendido a cada momento. Esta é a proposta, o show!!! E isso, por mais fácil que seja sentir, explicar é difícil. Por exemplo. Na festa que eu participei a maioria dos presentes era de executivos de Marketing. Aproveitei os minutos em que fiquei na festa para conversar com alguns amigos e sutilmente procurei estimulá-los a responderem sobre o tema. O que pude observar é que a maioria dizia que a venda de experiências é uma parte integrante de um serviço. Cumpre-me discordar!!! Não o é. As experiências são claramente um novo meio de oferta de valor. 

Uma das grandes diferenças é que, enquanto as outras ofertas econômicas tais como as matérias-primas os produtos e serviços são exteriores ao consumidor, as experiências são personalizadas feitas sob medida. Neste caso, duas pessoas podem ser alvo da mesma experiência, mas interagir com ela de modo diverso ao nível emocional, psicológico, intelectual ou até espiritual. É tal como numa peça de teatro ou diante de um concerto. Nem todos reagem da mesma maneira à mensagem da peça ou ao desempenho dos atores e ao som da música. E mais, a mesma pessoa pode ter uma reação diferente ao mesmo evento, consoante o seu estado psicológico no momento. Portanto, empresários, gestores, professores e todos os seres humanos, preparemo-nos para sermos criativos e inovadores.

É fato que ainda é o "setor" de entretenimento um dos negócios em que esta tendência é mais visível sendo a Walt Disney uma grande pioneira, que oferece claramente um universo de magias e sonhos para todas as idades. Mas já vejo o dia em que esta tendência vai se estender a todos os segmentos. Do encanador ao doutor. Em termos de segmento socioprodutivo, sinto que o mercado corporativo começa a ingressar na economia de experiências, seja oferecendo momentos memoráveis a clientes (fidelização), funcionários (incentivo) e quem sabe a toda cadeia produtivas do negócio. Independente de qual seja o segmento que vai chegar mais perto de adotar a tendência, a certeza é que será por conta da Economia de Experiência que uma empresa alcançará mais sucesso do que outras. As empresas de sucesso no futuro venderão espetáculos. 


 


Escrito por thomaz Júnior às 11h52 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Venda experiência em vez de produtos... continuação

Volto a insistir que a venda de uma experiência não se limita aos teatros e parques de diversão e as festas!!! Em tudo podemos colocar experiências e espetáculos. Uma reunião com clientes, ou treinar uma equipe de vendas, por exemplo, em um ambiente totalmente saudável, construtivo e multisensorial. Jogar golf, degustar uma safra nobre de champanhe, voar de balão, quer lugar melhor? Um restaurante, uma loja de automóvel, uma locadora de DVD, tudo cabe um espetáculo.

Acredito que as pessoas que dominam os conhecimentos sobre as novas tecnologias, devem pensar nos meios para criar uma vasta gama de experiências, como os jogos interativos, simuladores ou a realidade virtual. Vale lembrar o que disse Andy Grove na última edição da Comdex, o maior evento da indústria informática. “O nosso negócio já não é o de criar e vender computadores. É o de fornecer informações e experiências interativas.”

Também é bom conhecer o que estão fazendo os restaurantes no mundo. Recebo notícia de que O Hard Rock Café, o Planet Hollywood ou o House of Blues são bons exemplos de refeições com entretenimento incluído. E as lojas da Niketown, da Cabella’s e da Recreation Equipment Incorporated são excelentes exemplos de meios de comprar com entretenimento. O Visionary Reality Center, da Silicon Graphics, um ponto de encontro entre os engenheiros e os clientes, onde se apresentam e testam as mais recentes inovações da empresa. O grupo de teatro One World Music está a beneficiar desta tendência. As empresas contratam para animarem sessões de capacitação ou para serem os facilitadores de reuniões de brainstorming.

Esta cada vez mais claro: a cada dia as empresas irão transferir o "teatro de operações " da competição, dos custos, da gestão,relacionamento,incentivo e da disciplina para a oferta de experiências agradáveis. Sabemos que muitas empresas souberam evoluir com sucesso da economia industrial para a de serviços. A IBM tem a sua divisão de serviços que cresce duas vezes mais depressa do que a de venda de computadores. O mesmo sucede com a GE Capital, a divisão mais lucrativa do grupo General Electric, ou com as empresas financeiras dos grandes fabricantes de automóveis norte-americanos. Mas, sem dúvida a transição da economia de serviços para a de experiências é mais problemática. São várias as dúvidas. Uma das interrogações pertinentes é se as empresas deveriam, ou não, cobrar uma quantia pela admissão aos eventos que proporcionam. 

Acredito que cobrar para participar de uma experiência não significa que as empresas deixem de vender produtos e serviços, muito pelo contrário. Cria valor e gera maior impacto. Nos parques temáticos da Disney as receitas dos parques de estacionamento, dos restaurantes e das lojas de recordações são superiores às dos bilhetes. Outro exemplo são as feiras, festivais e exposições em que o visitante paga a entrada.

Isso tudo é transformador. Transformam as relações humanas, sociais e econômicas mexe com as estruturas e paradigmas. Também é fato que para "dar vida" a esse sonho é preciso abusar das ferramentas de gestão. Sem falar que é necessário a consciência de que cada um dos envolvidos é um ator. Portanto, podemos dizer que criar uma experiência memorável é um esforço que tem tanto de arte como de gestão. Mas, se ajudar, já temos até alguns princípios-chave. 
 
Associe as experiências a um tema. Quando decide ir jantar ao Hard Rock Café, ao Planet Hollywood ou ao Rainforest Café, você sabe exatamente o que o espera no interior do restaurante. Eles sabem definir um tema claro e coerente. Ainda mais brilhante é o exemplo do famoso Ceasar Palace, de Las Vegas. A forma como explora o tema do Império Romano é simplesmente brilhante. Desde a arquitetura exterior — o chão em mármore, as estátuas, os pilares e os jardins, até à porta de entrada, guardada por centuriões que saúdam o visitante com um sonoro Hail, Cesa, e culminando no interior a tapeçaria luxuosa, a decoração dos tetos, das salas de jogo, dos restaurantes e das lojas. É um espetáculo que deixa uma impressão positiva.

Tente deixar uma impressão positiva. O tema é o alicerce de uma experiência. A impressão positiva é o resultado desejado. Para atingir cada funcionário terá de ir deixando pistas positivas junto do cliente. Enquanto nos restaurantes tradicionais os empregados se limitam a anunciar “a mesa está pronta”, no Rainforest Café um som sonoro anuncia “Sejam bem vindos - A sua aventura está prestes a começar”. É um bom exemplo de como cada trabalhador é um ator que prepara o palco para uma experiência inesquecível.

Elimine as mensagens indesejáveis. Cada trabalhador deve igualmente ser capaz de eliminar as pistas negativas. Para dar asas a criatividade as mensagens indesejáveis devem ser abolidas. Jamais se deve permitir que qualquer evento ou experiência contrarie o visitante. Eis um exemplo daquilo que não deve acontecer. Na porta de uma casa de espetáculos famosa em São Paulo, lê-se escrito em um cartaz de péssimo visual: “Não recebemos cartão de crédito”. Não satisfeitos, os gestores escreveram em outro cartaz, igualmente mau feito: “Não recebemos cheques de outra praça”. Mensagens como estas que descrevi avivam recordações negativas. 

Tire partido das recordações. Todos gostam de produtos que recordem momentos agradáveis. Os turistas compram postais de viagem, os golfistas ostentam chapéus do seu campo de golfe favorito e os adolescentes pagam uma fortuna por uma T-shirt alusiva a um concerto rock. Por que é que as empresas de serviços não aproveitam o promissor mercado do merchandising de recordações? A razão é simples: as experiências e os eventos que oferecem não são, em regra, suficientemente fortes para que os clientes os desejem recordar.

Estimule os cinco sentidos do cliente. Os estímulos sensoriais associados a cada experiência devem suportar e reforçar o tema escolhido. Quanto mais sentidos forem despertados, mais eficaz e memoriável será a experiência. Os engraxadores sabem que, quanto mais intenso for o cheiro da graxa e mais ruidosos forem os seus movimentos, maior será a convicção de que os sapatos estão polidos.

A aplicação destes cinco princípios não é uma garantia imediata de sucesso. Tal como um bom argumento ou bons atores não implicam necessariamente no êxito de uma peça de teatro. Algumas das empresas que referimos as pioneiras da economia de experiências estão passando por um momento delicado. À medida que a economia de experiências evolui, é natural que se vá assistindo à queda de conceitos antigos e à ascensão de novos competidores. O conceito de “destruição criativa”, de Schumpeter, será mais pertinente do que nunca. As empresas limitadas à economia dos bens e serviços correrão o risco de irrelevância. Enquanto as pioneiras e as mais inovadoras da economia de experiências prosperarão. E a sua empresa? Vende produtos e serviços ou eventos e experiências?

* Jorge Nahas é economista e diretor de Experiências do Grupo O Melhor Da Vida.

 fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/3,6315,venda-experiencias-em-vez-de-produtos.htm


Escrito por thomaz Júnior às 11h51 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Sobre Ronnie Cord...

(POSTADO NO BLOG WE LOVE ROCK N ROLL JOVEM GUARDA)



Jovem Guarda foi um movimento surgido na segunda metade da década de 60, que mesclava música, comportamento e moda.

Surgiu com um programa televisivo brasileiro exibido pela Rede Record, a partir de 1965.

Ao contrário de muitos movimentos que surgiram na mesma época, a Jovem Guarda não possuía cunho político.

Os integrantes do movimento foram influenciados pelo Rock and Roll da década de 50 e 60 e pela precursora do rock no país, Celly Campello.

Com isso, faziam uma variação nacional do rock, batizada no país de "Iê-Iê-Iê"(expressão surgida em 1964, quando os Beatles lançaram

o filme "A Hard Day's Night", batizado no Brasil de "Os Reis do Iê-Iê-Iê"), com letras românticas e descontraídas, voltada para o público jovem.

A maioria de seus participantes teve como inspiração o rock da década de 60, comandado por bandas como Beatles e Rolling Stones.


Ronnie Cord, nascido Ronald Cordovil
(Manhuaçu, 22 de janeiro de 1943 — São Paulo, 6 de janeiro de 1986) 
foi um cantor brasileiro. Filho do maestro e compositor Hervé Cordovil, aos seis anos já tocava violão.
Em 1959 fez um teste na Copacabana Discos, no Rio de Janeiro e, no ano seguinte, 
realizou sua primeira gravação, lançada em LP que reunia vários outros cantores.
Seu maior sucesso foi a canção Rua Augusta, com letra de Hervé Cordovil, lançada pela RCA Victor em 1963.
Em 1965 fez muito sucesso com a versão Biquini de Bolinha Amarelinha 
(seu sucesso de 1960 em versão de Hervé Cordovil), gravada na RCA Victor.
Faleceu em 1986 com apenas 42 anos de idade, deixando três filhos.


Escrito por thomaz Júnior às 13h55 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





A vida ensina, o tempo traz o tom... (A estrada - Cidade Negra)

Equilíbrio: Impaciência já


Fonte: Folha de S. Paulo
Notícia publicada em: 01/04/2010
Autor: Iara Biderman


Qualquer coisa e tudo desafiam a paciência: a página da internet, carregando há eternos 60 segundos; o trânsito; as pessoas que andam, falam ou pensam devagar.
Essa pressa "normal" está flertando com a intolerância, observa o sociólogo Dario Caldas: "A cultura digital e a vida urbana nos trouxeram esse imediatismo. Tudo tem que ser resolvido de forma instantânea. A margem de tolerância é inversamente proporcional à eficiência tecnológica", diz. "Ainda não ponho a cabeça para fora do carro, mas reclamo sozinho, como um louco. Não tenho mais paciência com as pessoas que cometem erros o tempo todo. Se levado às últimas consequências, isso pode virar intolerância", preocupa-se Caldas, que é diretor da agência de pesquisas de tendências Observatório de Sinais.

Muita gente se identifica com essa impaciência generalizada. "Acompanhar a rapidez das mudanças é um desgaste mental e emocional imenso. Não temos mais recursos emocionais para entender as diferenças", diz o psiquiatra Elko Perissinotti, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. "Ter pavio curto é perceber suas impotências e não suportar a frustração de ser assim e viver num mundo assim", resume Perissinotti.

Pior, a falta de paciência pode virar uma doença. A fase patológica do pavio curto pode ser detonada pela repetição de reações de impaciência. Essa repetição "programa" os circuitos cerebrais para reagirem automaticamente sempre da mesma forma: com grosseria, agressividade.

Em alguns casos, as origens do problema são fisiológicas. As mais comuns são as disfunções hormonais, ligadas ao funcionamento da glândula tireoide ou das suprarrenais. A ação desequilibrada dos hormônios faz com que a pessoa não tenha controle de suas reações, por mais que queira.

Há pouco mais de dois anos, o produtor cultural Marcos Soares de Azevedo, 48, estava com um grau de irritação que fazia de um simples trajeto de carro algo perigoso. "Todo dia eu xingava alguém no trânsito."

No começo, acreditou que não passava de uma impaciência dentro dos padrões gerais. "Se você não é de outro planeta, sempre vai se irritar com uma coisa ou outra", avalia.
Mas, mesmo neste planeta e no trânsito caótico de São Paulo, a impaciência de Marcos estava alguns tons acima. A mulher e os amigos começaram a comentar.

A ficha só caiu quando ele foi procurar um médico e recebeu o diagnóstico de hipertireoidismo. O desequilíbrio no funcionamento da glândula tireoide aumenta a produção de hormônios que aceleram vários processos metabólicos, como digestão, batimentos cardíacos ou sudorese.

A irritabilidade descontrolada também é um sintoma típico. "Com hipertireoidismo, até um zen budista vira pitt bull", aprendeu Marcos. A medicação para reduzir a produção de hormônios tireoidianos fez efeito. "Não dou chineladas nos meus cachorros há mais de um ano."

De vez em quando, a coisa volta. "Às vezes, quando estou com muito trabalho, esqueço de tomar os remédios. Na hora não percebo, mas depois descubro como afeta o meu humor. Não tenho paciência para ouvir opiniões diferentes da minha. Há um mês, briguei com um amigo em minha casa, coisa que nunca tinha feito", conta, dizendo-se arrependido a tempo de retomar a medicação e tentar consertar o estrago.

Se para Marcos a mudança no seu grau de tolerância foi gradativa, para a estudante Vittória Salzano, 17, o pavio curto é já um traço de personalidade. "Não gosto de ficar esperando os outros, não gosto de deixar os outros esperando. Se vou encontrar alguém e aparece algum imprevisto no caminho, já me irrito. Gente fazendo sempre a mesma pergunta para o professor na aula também é um saco", diz Vittória, que está no terceiro ano do ensino médio. 

A falta de paciência com situações repetitivas ou qualquer coisa fora do script acompanha a estudante desde a infância. "Eu sei que sou assim e todo mundo fala isso de mim também. Faço terapia e esse assunto costuma aparecer", afirma Vittória.

A psicoterapia tem técnicas para lidar com isso. O psiquiatra Elko Perissinotti, do Hospital das Clínicas, usa o psicodrama, técnica em que as pessoas experimentam diferentes papéis em uma dada situação, como uma briga no trânsito, em um ambiente protegido, com supervisão de um profissional. "[No psicodrama] são treinadas as habilidades para lidar com o impulso. Isso inclui a capacidade de aguentar frustração e de se colocar no lugar do outro, que, em outras palavras, podemos chamar de compaixão e altruísmo."

Essa falta de interesse das pessoas em ouvir os outros -seja o parceiro, o filho ou alguém de mais idade- tem aparecido muito nos consultórios, segundo a terapeuta de famílias e casais Magdalena Ramos.

As cobranças do mundo do trabalho e as dificuldades do cotidiano estão invadindo a vida íntima, as pessoas estão exigentes demais com seus familiares. "Você tem paciência quando tem tempo, quando pode refletir sobre as coisas e estar disponível para a família. A situação, hoje, é o contrário disso. Ninguém tem tempo, ninguém está disponível. As pessoas não gostam de estar assim, mas acabam ficando", afirma Magdalena Ramos.

Assim, os conflitos familiares acabam aumentando, e as crianças se sentem pouco atendidas pelos pais. "As crianças acabam maltratadas mesmo, no sentido cru da expressão. Os pais tentam encobrir isso enchendo os filhos de atividades. Mas não é disso que eles precisam", afirma a terapeuta.

Para a terapeuta familiar Sandra Fedullo Colombo, os filhos estão sendo "atropelados" pela impaciência dos pais. "Atropelamos as crianças e ainda esperamos resultados", diz. Ela afirma que esse processo pode levar ao desenvolvimento de distúrbios de atenção. "Muito disso vem da falta de disponibilidade da família."

Para Colombo, os pais estão ensinando as crianças a não parar para refletir sobre seus sentimentos e sobre o que acontece, o que leva a comportamentos agressivos. "A impaciência está ligada à falta de respeito ao que frustra e ao que é diferente. Não suportamos a diferença de ritmo, de valores, de percepção da realidade. Queremos que o outro pense como a gente", conclui a terapeuta.

Se uma das soluções é parar para refletir, a terapia cognitivo-comportamental tem um instrumento na medida para domar a impaciência. "A forma mais simples de fazer isso é, ao passar por esse tipo de situação, realizar um pouco de respiração abdominal, para relaxar, e analisar o problema: o que levou à perda do controle, quais seriam as alternativas de comportamentos e como reagir de forma diferente em uma próxima vez", diz José Roberto Leite, coordenador da Unidade de Medicina Comportamental da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

A chamada respiração abdominal ou diafragmática é, para Leite, uma das técnicas mais rápidas e fáceis para controlar os impulsos, diminuir a ansiedade e manter a paciência. Ela consiste em, na inspiração, projetar o abdômen para fora, fazendo o diafragma se contrair e movimentar as costelas para os lados, expandindo a caixa torácica. Esse movimento desacelera os batimentos cardíacos, baixa a pressão e emite ao cérebro sinais de que não há perigo nenhum a enfrentar. Portanto, pode relaxar.

"Fazer de três a quatro minutos dessa respiração por dia já é suficiente [para obter os efeitos]", afirma Leite. O terapeuta também recomenda a prática regular da meditação. Nesse caso, os resultados só podem ser sentidos após um tempo de experiência, segundo ele. "A meditação diária transforma o metabolismo, leva o organismo a um estado em que o limiar de disparo das reações metabólicas ao estresse aumenta bastante. Portanto, fica muito mais fácil manter a calma por mais tempo", diz.


(Reproduzido do Portal ABCFarma link: 

http://www.abcfarma.org.br/Noticias/IndexInterna.asp?Textos_ID=12407)


Escrito por thomaz Júnior às 13h04 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Administração Científica - Taylor

Encontrei este vídeo disponível no YouTube.

É esclarecedor sobre a Administração Científica instituida por Friederich Taylor.

 


Escrito por thomaz Júnior às 16h46 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Formatura de Administração

 

 

Neste mês de Março apresentei solenidade de Colação de Grau da turma de Administração da Facig.

A cerimônia aconteceu na sede a UBA.

Parabéns aos formandos!

--> As fotos são da formanda Liliane e do Estúdio Espaço Fotográfico.


Escrito por thomaz Júnior às 18h27 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Niver do amigo Bruno!

Boa programação para o domingo de carnaval foi comemorar o aniversário do amigo Bruno Cicarini.

Festa com direito a churrasco e muitos doces - providenciados pelas mãos talentosas de D. Beth, mãe do amigo.

A confraternização reuniu amigos e parentes, durante toda a tarde no sítio da família.

No site www.manhuagito.com.br a divulgação desta comemoração especial.

Parabéns ao amigo!

 

 


Escrito por thomaz Júnior às 14h53 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Elas comandam...

Foram onze formandas do curso Técnico de Enfermagem do Colégio América, no dia 18 de Dezembro, p.p.

Apresentei o cerimonial no auditório do Campus Ilha de Excelência da Facig.

No encerramento da cerimônia, foi inevitável comentar sobre um estudo científico que tomei conhecimento recentemente.

A pesquisa confirmou que, quando mais bonita a enfermeira, menos dói a injeção.

Publiquei o artigo neste blog (28/Out./2008).

A matéria da formatura está no site www.manhuagito.com.br

Parabéns para estas novas profissionais pela conquista!

(As fotos são cortesia de MOISÉS - FOTO DIGITAL)


Escrito por thomaz Júnior às 12h25 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Confraternizacao com Arquitetos

No dia 17 de Dezembro, fui convidado para apresentar uma confraternização especial que reuniu arquitetos da região.

O evento aconteceu no salão de festas da Cantina e foi organizado pela Engelmig.

Mais fotos e a matéria completa estão no site Manhuagito, podendo ser acessada pelo link: http://www.manhuagito.com/thomaz/engelmig/confraterniza/

As fotos são de Danilo Fábio.

 


Escrito por thomaz Júnior às 11h01 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





O adeus à Scharmaine

Despedimo-nos de Scharmaine neste final de semana. Que Deus a tenha!

Conheci-a ainda no Colégio. O interessante é que o primeiro contato que tivemos um com o outro foi relacionado à Comunicação, sinalizando o caminho semelhante que trilharíamos alguns anos depois.

Foi em 1991. Estávamos na sétima série (o oitavo ano atual).

Estudávamos em salas diferentes, mas pareadas uma com a outra. 

Em determinado momento, nossa Professora de Português (que era a mesma pessoa)

estipulou uma atividade extra-classe, visando a interação entre as turmas por meio da prática

de escrever correspondências.  

Funcionou assim: o estudante de uma sala escreveria para o estudante com o mesmo número de chamada da outra sala,

mesmo sem saber quem era a pessoa.

Scharmaine era minha "correspondente" na sala ao lado. Ela recebeu minha carta e respondeu.

Foi aí que conversamos pela primeira vez.

Quase dez anos depois, estavamos trabalhando nos veículos de comunicação da cidade, inclusive trabalhando com ela na TV Catuaí por uma semana... Sem dúvidas, uma forte lembrança, sobretudo nesta semana.

--> Foto da conclusão do 2 grau, em 1994, da turma do Científico, matutino. Da esq. p/ a dir.; Scharmaine é a segunda pessoa na fileira do meio.

Descanse em Paz, Scharmaine!

 


Escrito por thomaz Júnior às 12h15 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Filme...

Achei este filme espetacular.

A sinopse é esta:

No dia do seu 37º aniversário um mecânico (John Travolta) vê uma luz muito intensa e sente um impacto que o leva ao chão,

fazendo com que ele imediatamente se torne uma pessoa extraordinariamente inteligente.

No início ele não descobre este seu novo dom, mas o fato de não mais dormir, ler alguns livros por dia,

prever um terremoto, aprender português em vinte minutos, decifrar códigos militares, entre outras coisas,

chamam a atenção de muita gente, inclusive do governo, que deseja utilizar esta inteligência no Serviço Secreto

e não em benefício da comunidade, que é o sonho dele.

--> Na sinopse deixou de ser relatada a parte das cadeiras, que considero muito legal.

 


Escrito por thomaz Júnior às 19h28 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]



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